Cabelos arrepiados, maquiagem e roupas
pretas. Seja animando multidões em grandes shows ou simplesmente passeando
pelas ruas da vizinhança, é assim que Robert Smith gosta de se vestir. A imagem
gótica acabou virando uma das marcas registradas do The Cure, mas, segundo o
vocalista , essa é uma expressão apenas sua e não da banda.
Se a performance da banda inglesa liderada
desde 1978 por Smith já não tem um ritmo pouco mais eletrizante quando se
necessita, como foi na última aparição no Hollywood Rock de 1996,a sonoridade
continua impecável, e é justamente esta sensação de se estar escutando o disco
tocando no rádio.Aos 50 e pouco aninhos o artista ironiza em seu último
show:“Obrigado. Vejo vocês daqui a 17 anos”, agradeceu, irônico, ao sair pela
última vez do palco, em seu terceiro e último singelo contato com o público.
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