Ninguém pode substituir ninguém,
porque não existe esse alguém,
duplamente...
Nos iludimos com uma falsa hipótese,
que por hora nos faz crer nessa possibilidade.
Mentira,
nada e ninguém pode ser substituído.
Nem mesmo Deus pode...
Quanto mais no amor,
apenas criamos uma ilusão,
falsa alegria,
que alenta nosso coração...
Quando perdemos alguém de nossa vista,
seja pela distância ou pela morte,
ainda, assim ela reside em nosso interior.
Quando nosso eu,revive algo semelhante em si
ou nos outros,
o que antes parecia distância,
volta por uns instantes,
paira uma melancolia displicente,
rara ,mas emergente,
nos fazendo lembrar,
de algo que um dia foi presente em nossa vida.
Na calada da noite,
a memória,
que não se desliga,
consequentemente nos faz reviver,
por um breve instante,
as mais belas e terríveis lembranças...
Quando o sono vem,
vem com ele o sonho,
que nos invade sem piedade,
fazendo do esquecimento,
um recipiente a transbordar,
de ideias,desejos,encontros,desencontros...
Tudo parece real por uma fração de segundos...
Então a vida nos puxa como uma alavanca,
nos remete a realidade,nua e crua.
Acordamos que em meio a um turbilhão,
de sensações ...extrasensiorais,
que nos deixam marcas profundas na alma.
Então como apagar a memória?
Onde existe um botão?
Me digam?
A memória fonte da alma,
jamais pode ser apagada,
apenas bloqueada por um tempo,
com outras falsas ilusões,
de que no mundo podemos encontrar,
pessoas que se assemelham a aquelas que admiramos.
porque não existe esse alguém,
duplamente...
Nos iludimos com uma falsa hipótese,
que por hora nos faz crer nessa possibilidade.
Mentira,
nada e ninguém pode ser substituído.
Nem mesmo Deus pode...
Quanto mais no amor,
apenas criamos uma ilusão,
falsa alegria,
que alenta nosso coração...
Quando perdemos alguém de nossa vista,
seja pela distância ou pela morte,
ainda, assim ela reside em nosso interior.
Quando nosso eu,revive algo semelhante em si
ou nos outros,
o que antes parecia distância,
volta por uns instantes,
paira uma melancolia displicente,
rara ,mas emergente,
nos fazendo lembrar,
de algo que um dia foi presente em nossa vida.
Na calada da noite,
a memória,
que não se desliga,
consequentemente nos faz reviver,
por um breve instante,
as mais belas e terríveis lembranças...
Quando o sono vem,
vem com ele o sonho,
que nos invade sem piedade,
fazendo do esquecimento,
um recipiente a transbordar,
de ideias,desejos,encontros,desencontros...
Tudo parece real por uma fração de segundos...
Então a vida nos puxa como uma alavanca,
nos remete a realidade,nua e crua.
Acordamos que em meio a um turbilhão,
de sensações ...extrasensiorais,
que nos deixam marcas profundas na alma.
Então como apagar a memória?
Onde existe um botão?
Me digam?
A memória fonte da alma,
jamais pode ser apagada,
apenas bloqueada por um tempo,
com outras falsas ilusões,
de que no mundo podemos encontrar,
pessoas que se assemelham a aquelas que admiramos.
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